04 outubro 2011

Rock in Rio IV: análise de quem ficou em casa

Terminou nessa madrugada quase manhã de 3 de outubro o dito maior festival de música do mundo. Bom, não postei nada durante os dias desse festival justamente com a ideia de fazer uma espécie de saldo final. Acompanhem se quiserem a minha mera opinião musical.
Então vamos lá! Vou tentar copilar os momentos que achei mais marcantes, musicalmente falando. rs

Primeiro dia. Não rolou nada relevante, vamos adiante.
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No segundo dia, o Red Hot Chili Peppers finalmente voltou ao Brasil pra dar um dos melhores shows que eu já assisti e na minha opinião, o melhor show do Rock in Rio. Palavra duvidosa de um fâ.
Com toda a irreverência e presença de palco, Anthony Kiedis, junto ao Mestre Flea (que deveras, está tocando muito!), Chad Smith, explosivo na bateria e o "novo" guitarrista prodígio, Josh Klinghoffer, arrebataram o público com um show perfeito quiçá histórico. Saca só uma das músicas que eles tocaram:
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Terceiro dia, dia do metal. Para os amantes do ódio, tivemos shows épicos do Motörhead, Coheed and Cambria, mas os verdadeiros destaques da noite foram Slipknot, num show mais do que incrível, como já é de costume, e os consagrados do Metallica.

Essa foi a noite mais... poderosa. O momento mais marcante do show do Slipknot, creio que foi o coro de mais de cem mil pessoas em Duality:


E o Metallica, então, mandando Master of Puppets e mostrando o porquê deles serem a banda de Metal mais idolatrada do mundo:

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O quarto dia, já nessa quinta feira, numa onda mais soul, contou o show da diva Joss Stone e com o destaque absoluto da noite: Stevie Wonder. Confesso que não assisti o show inteiro, mas o pouco que vi já me deixou maravilhado.

Eu nunca dei a devida atenção ao Stevie Wonder e avaliando pelo show desse dia 29, parece até pecado isso. Enfim: foi lindo de se ver e ouvir, pura poesia:

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No dia seguinte, a noite foi aberta pelo poeta Marcelo D2, que fez uma performance única, contando com uma banda, que tenho que ressaltar, realmente fez a arte do barulho.

E depois do axézão e latinão, Lenny Kravitz levantou ainda mais a galera que já estava à mil no dia mais alto astral do Rock in Rio.
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Na "noite romântica" o espaço foi do delicioso rock latino do Maná, das baladas pop superagradáveis do Maroon 5 e por fim, o show mais que perfeito do Coldplay.

Como sempre, foi um show mágico, contagiante, cheio de cores e músicas de encher a alma... Até a quedinha do Chris Martin foi espetacular. .-. O ápice foi Viva La Vida, sem dúvidas, mas vou colocar o clássico Clocks, que também foi muito lindo:

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Finalmente, o sétimo e último dia de Rock in Rio 2011 chega e volta ao rock'n roll. Começamos com um show meio forçado do Detonautas mas que acabou agradando a maioria, pra um início de noite.

Logo depois veio a nossa diva baiana, Pitty. Linda, poderosa, cantando muito e botando a galera pra cima, que é o mais importante. Tocaram ótimas músicas, do início da carreira, dos hits e alguns experimentos novos. Dá pra sentir a maturidade que a banda atingiu ao longo desses anos.



Depois, um show que muita gente esperava: Evanescence. Foi relativamnete curto e baseado no próximo álbum que será lançado na próxima semana, mas também mexeu bem com o público.


A noite seguiu com um show mais do que aguardado pelos fâs: System of a Down, que voltou à ativa esse ano. Foi uma apresentação longa, com 28 sucessos, praticamente sem parar, mas que na minha opinião, poderia ser muito melhor se o Serj não estivesse tão "da paz". Senti muita falta da "raiva" que ele costumava colocar quando cantava. Creio que quem salvou o show foi o Daron. Enfim: é o SOAD, uma das minhas bandas favoritas, o show foi ótimo, mas eles já tiveram dias melhores.


Então começa a espera infinita: Guns N' Roses! Como o Axl vai aparecer? O repertório será focado nos hits antigos ou nos trabalhos novos? Eis que depois de muita enrolação, o último show do Rock in Rio 2011 começa. Creio que a expectativa de todos era: "Ah, sem o Slash, é só uma banda do Axl velho e gordo." Bom, era mais ou menos assim que eu estava pensando mesmo. Ninguém deu muita atenção pra a banda no começo, só queria saber de criticar o Axl, que subiu ao palco com uma capa de chuva amarela, deveras tensa, mas durante o show ele trocou de roupa.

Começaram já vexaminando com Chinese Democracy. Logo depois tocaram o hit Welcome to The Jungle, passando por vários outros clássicos.
O público se empolgou bastante mas ainda ficou aquela ponta de descontentamento. Não foi um show ruim. O que acontece é que com uma formação totalmente diferente da clássica, com Slash, Duff e cia., mesmo com músicos realmente incríveis, a banda parece mais um cover dela mesma (rolou até um guitarrista querendo dar uma de Slash, com uma cartola e um cigarro no canto da boca)... Além do fato do Axl estar velho, fora da forma e com a voz bastante acabada. rs


Então é: foi um show ótimo, com momentos ótimos, mas nada como o Guns de 20 anos atrás. Mesmo assim, saquem os vídeos:

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Então, esse foi o Rock in Rio 2011. Muita coisa boa, muita coisa ruim, muita coisa que nem deveria ter acontecido, enfim. No mais, valeu!
Ah, e Cládua Leitte, vê se aprende direitinho pra não dar mais vexame, tá? ;*

Bye!

1 Comentário

Herbert disse...

ótimo POST e Vale ressaltar. VIREI FÃ do Coheed and Cambria. Não os conhecia, pra mim a REVELAÇÃO desse rock in rio !!
Show do SOAD também não Achei as Mil Maravilhas, Faltou peso,faltou distorção.Melhorou muito depois de Lonely Day. Enfim esse RIR não foi de TODO ruim.

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