29 agosto 2010

A influência do design gráfico no dia a dia

Cara, ultimamente, tenho reparado, analizado e criticado tudo em que o design gráfico se incorpora; layouts de panfletos, livros, revistas, banners, sites, enfim: a porra toda.

E descobri uma coisa: Vivemos num mundo de aparências. OOOHHH! Novidaadee!
Mas sério, você já parou pra pensar nessa frase? Já parou pra pensar o quanto sua percepção de mundo depende dos seus olhos? Já parou pra pensar que boa parte dos seus gostos está diretamente relacionada à estética visual?

Design gráfico e publicidade são o casal mais complexo da arte. Complexo e complicado não são a mesma coisa! Vê só: um dá significado ao outro; sem contexto não há arte, sem arte não há contexto.

"A menor das coisas com significado tem mais valor do que as maiores coisas sem significado." 
Carl Gustav Jung
Onde estou querendo chegar: O papel do design gráfico é conquistar um público. Mas não basta só isso, os elementos devem estar em harmonia entre si e com o contexto em questão. E isso é uma coisa tão presente no dia a dia que fica inconsciente. Quantos panfletos já te chamaram a atenção sem você ao menos analizá-los? E quantos você já ignorou?
Na hora, ninguém se pergunta por que aquilo chamou a atenção ou não. Tornar o produto atraente, agradável no contexto e de certa forma ousado, é o desafio do designer.

Por isso, o meu pódio dos fatores mais fortes no design gráfico é sem dúvida:
#1. As cores
#2. A composição tipográfica
#3. A forma em que o texto é abordado (verbal ou misto)

Mas isso tudo deve estar de acordo com o contexto inicial da composição. Já mencionei uma vez depois de ter fumado um (mentira):

"O bom design não usa os melhores elementos e sim os mais adequados"

Mas a função desse post não é encher você de perguntas e conceitos meus, só reflita sobre. ;) (na verdade, nem sei responder algumas xD)

Não foi o melhor artigo que já escrevi, mas acho que serviu pra registrar mais um pouco do que já aprendi. ^^
bye.

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